+Sobre perda auditiva

Os sons ao nosso redor são transmitidos ao cérebro e envolvem três partes da orelha durante o processo.
As ondas sonoras fazem um caminho pelo canal auditivo até o nosso tímpano.

Dessa maneira, a frequência e a intensidade dos sons se tornam determinantes para
que haja a interpretação do que se está ouvindo.

Graus de perda auditiva

Atualmente, a maioria dos casos de perda auditiva é classificado
como leve ou moderado.

Porém, há um considerável número de pessoas
que possuem os outros da doença.

GRAU LEVE

  • Sons fracos são difíceis de escutar.
  • Som da fala traz confusão ao cérebro em um ambiente ruidoso.

GRAU MODERADO

  • Sons considerados moderados e fracos se tornam difíceis para ouvir.
  • Compreensão da fala se torna muito difícil na presença de ruídos.

GRAU SEVERO

  • Conversas têm de ser conduzidas em um tom de voz muito mais
    alto com um enorme esforço.

PERDA AUDITIVA PROFUNDA

  • Sem o uso de aparelhos auditivos, não é mais possível uma comunicação efetiva, mesmo que simples.

Tipos de perda auditiva

Há 4 tipos principais de perda auditiva que afetam uma parte diferente do ouvido e trazem origens variadas.

Vale lembrar que a origem da perda pode vir de:

  • Envelhecimento;
  • Muita exposição a sons altos;
  • Acumulação de cera no ouvido;
  • Resposta a alguns tipos de medicamentos.

Perda auditiva condutiva

  • Sons não são conduzidos da forma correta.
  • Grau varia de leve a moderado.
  • Há casos em que a perda é temporária, dependendo da sua origem.

Perda auditiva neural

Infelizmente, muitas vezes, aparelhos auditivos e implantes não conseguem atender a esse tipo de problema, pois o nervo não é mais capaz de enviar as informações para o cérebro.

Sensorial

Falta de células ciliadas na cóclea ou quando as mesmas sofreram danos e os graus variam do mais leve ao profundo.

Mista

  •  Mistura entre a Sensorineural e Condutiva.
  • Tratamentos podem ser um conjunto de medicações, aparelhos auditivos, cirurgia ou implantes.

Consequências da perda auditiva

A perda auditiva, se não tratada, pode trazer uma série de complicações:

  • Fúria
  • Decepção
  • Falta de atenção
  • Tristeza profunda
  •  Constrangimento
  • Inquietação
  • Ansiedade
  • Conversas objetivas e curtas
  • Momentos solitários e silenciosos
  • Repetição de falas em diversas situações

 

Não fique alheio aos problemas que a perda auditiva pode trazer. O uso de aparelho auditivo, conciliado à práticas para que a comunicação volte a ser eficiente, é essencial a todas as pessoas que possuem algum grau, mesmo que baixo, de perda auditiva.

Como é a avaliação?

As avaliações são essenciais para chegar num diagnóstico real. Com o diagnóstico podemos descobrir se de fato temos perda auditiva, se sim, qual foi a origem e qual o tipo e grau. Vale lembrar que os testes da Unibel não são desconfortáveis e nem dolorosos, são feitos com cuidado e respeito ao ser humano.

Para um diagnóstico mais assertivo, o audiologista perguntará sobre seus hábitos e se já houve uma consulta anterior. Com um otoscópio, ele visualizará o seu canal auditivo, sem dores ou complicações.

Outros procedimentos comuns serão feitos para analisar qual é o grau e tipo de perda.
Só assim, o aparelho ideal poderá ser indicado.

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